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Porque se eu não compreender a vida, explica-me.
Porque se eu esquecer a ternura, lembre-me.
Porque Porque se eu não compreender a vida,explica-me.
Porque se eu esquecer a ternura,lembre-me.
Porque se eu me perder no caminho, mostra-me,
e se eu tiver pouco amor, salva-me com a poesia.
{Ita Portugal}

sábado, 18 de abril de 2015

adélia prado

Adélia Prado
Adelia Prado, nasceu no interior de Minas em 1935.
Começou a escrever antes de começar o magistério.
Em sua arte se vê um misto de rebeldia e doçura feminina, um profundo sentimento humano e uma dicotomia entre os apelos do corpo e da elevação espiritual.

Principais obras:
1975- Bagagem.
1978- O Coração Disparado.
1979- Soltem os Cachorros.
1981- Cacos para um Vitral e Terra de Santa Cruz.
1984- Os Componentes da Banda.
1987- O Pelicano.
1988- A Faca no Peito.
1991- Poesia Reunida.
1994- O Homem da Mão Seca.
1996- Duas Horas da Tarde no Brasil.
1999- Oráculos de Maio e Manuscritos de Felipa.
2000- Estréia do monólogo Dona da Casa.
2005- Quero Minha Mãe.
2010- A duração do dia.

Fonte: pensador.uol.com